Logo elas, as mesmas que me abandonaram. Aquelas que não ficaram mais na boca nem nas mãos, por anos, só anagramas de um lado a outro na cabeça, mas nunca no coração. Logo elas fazem fila agora sem cerimônia, para se acomodarem procurando ecos nas cavernas da dúvida, da esperança e da eterna nostalgia.
Surpreendo-me voltado para as palavras, talvez não mais para me traduzir, pois as imagens já fazem isso, surpreendo-me desta vez apreciando-as, logo elas, e à competência de infiltrarem-se em cavernas com ecos, e esperanças, e dúvidas.
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Um comentário:
pois é camarada, as palavras encantam e cantam...
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